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Atividade Física e Obesidade 01/07/2009

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Autor: Prof. Gustavo König

Além de contribuir de forma isolada para a doença arterial coronariana, a obesidade é fortemente correlacionada aos fatores de riscos considerados primários para essa doença, como a hipertensão, diabetes e dislipidemia (alteração nos níveis plasmáticos de colesterol e triglicerídeos). Mazo;Lopes e Benedetti (2001) e Rique, Soares e Meirelles (2002), afirmam que projeções para o ano 2020 dizem que 77% das mortes nos países em desenvolvimento ocorrerão por doenças não-transmissíveis, enfatizando que, as doenças cardiovasculares atingem 32,3% da população brasileira, constituindo a principal causa de morte nacional.

Assim, o combate à obesidade está entre as medidas necessárias à promoção da saúde da população idosa, sendo uma importante condição que requer, especialmente no que se refere à prevenção da coronariopatia, intervenções educacionais que promovam uma adoção de comportamentos positivos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, poucos estudos avaliam os benefícios de se fazer uma prevenção primária à obesidade e, normalmente, o que se vê são estudos relativos ao tratamento do problema.

Aderir a um estilo de vida mais saudável por, através da prática de atividade física e de uma alimentação adequada, é um indicativo relacionado à melhor expectativa e qualidade de vida. A modalidade do exercício deve ser aquela que não impõe um estresse ortopédico excessivo. Caminhadas, meio aquático, treino de força e flexibilidade, são algumas das modalidades citadas pelo American College of Sports Medicine.

São alguns benefícios da prática regular e sistematizada de atividade física:

• Preservar a integridade múculo esquelética; • Aumentar massa magra e reduzir massa gorda; • Aumentar a capacidade do coração e das veias para bombear sangue; • Reduzir a LDL colesterol e aumentar a HDL colesterol; • Controlar o estresse, ansiedade e depressão, promovendo a socialização; • Prevenir fraturas; • Melhorar a capacidade de exercer as atividades de vida diária; • Tendência para o balanço calórico negativo.

Dicas para controlar a hiperte 07/07/2009

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A hipertensão é uma doença que afeta grande parte das pessoas, sendo caracterizada pelo aumento da pressão arterial. Entre os motivos que conduzem a esse estado, aparecem a má alimentação, onde o individuo passa a abusar de sal e gordura e eleva a taxa de colesterol no organismo.

Quando se desenvolve a hipertensão, a pessoa tem maiores chances de ter problemas cardíacos e também aumentam as chances de sofrer infarto. A pressão alta faz com que o coração bombeie sangue rápido e o organismo não é capaz de suportar essa atividade.

Para controlar a sua pressão e não se tornar mais uma vítima da hipertensão, a dica é se manter sempre informado a respeito do valor da sua pressão. Vá ao médico para realizar exames mais específicos e consuma os remédios prescritos por ele. Tenha uma alimentação saudável, pratique exercícios físicos e abandone vícios como o cigarro.

Frutas Cítricas ajudam a saúde 16/07/2009

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Descoberta de pesquisadores canadenses pode resultar em mais uma ajuda para quem perde o sono por conta do ganho de peso e da síndrome metabólica (transtorno complexo, caracterizado por um conjunto de fatores de risco cardiovasculares, relacionados com resistência à insulina e obesidade abdominal). Eles constataram que um flavonoide encontrado em frutas cítricas (como laranja e limão), chamado naringenina, oferece grandes promessas de prevenção desses problemas.

Para chegar a tal conclusão, forneceram uma dieta rica em gordura para alguns camundongos e os dividiram em dois grupos, sendo que apenas um foi tratado com naringenina. O produto corrigiu as elevações de triglicérides e colesterol, preveniu o desenvolvimento de resistência à insulina, normalizou o metabolismo de glicose e reprogramou o fígado para queimar o excesso de gordura em vez de armazená-la.

“A obesidade que se desenvolve nesses camundongos foi completamente prevenida pela naringenina. Não houve supressão do apetite ou diminuição da ingestão alimentar, o que muitas vezes são as bases das estratégias de redução de peso e das suas consequências metabólicas”, disse o cientista Murray Huff, do Instituto de Pesquisa Robarts, da Universidade de Western Ontario, ao site Science Daily.

Os próximos passos da equipe são verificar se o flavonoide previne doenças cardíacas em animais e explorar a possibilidade de ensaios clínicos para determinar sua segurança e eficácia em humanos. “O estudo mostra que a naringenina corrige muitos dos distúrbios metabólicos ligados à resistência à insulina e representa uma promissora abordagem terapêutica para a síndrome metabólica”, finaliza Huff.

Fonte: Terra

A obesidade 23/07/2009

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Nos dias de hoje a obesidade é considerada uma doença. Uma doença que aumenta em grande escala o risco de aparecimento, desenvolvimento e agravamento de outras doenças. Por essa razão a Organização Mundial de Saúde (OMS) encarou a obesidade como “uma doença epidémica global do século XXI!” Os dados do International Obesity Task Force (2000) mostraram que, nos últimos anos, a prevalência de obesidade tem aumentado significativamente em várias regiões do mundo, sendo responsável, em grande parte, pelo aumento da mortalidade e morbilidade com implicações significativas no indivíduo, na família e na comunidade Em Portugal, a obesidade está a aumentar rapidamente. Os resultados do último Inquérito Nacional de Saúde (2005-2006) mostram que a percentagem de obesos cresceu em todas as faixas etárias, relativamente ao inquérito realizado em 1998-1999. Por exemplo, entre os 18 e os 24 anos a percentagem de obesos aumentou 33,9% entre os indivíduos do sexo masculino e 25% nos indivíduos do sexo feminino. Já entre os 55 e os 64 anos a percentagem de obesos cresceu 30,7% nos homens e 16,3% nas mulheres.

Estes dados provam que a epidemia da obesidade está a desenvolver-se em Portugal e é de especial importância reagir a este problema de saúde pública. Citando a OMS, a obesidade, é uma patologia que se caracteriza pelo excesso de gordura corporal, que quando acumulada, pode afectar, de diversas maneiras a saúde de um indivíduo.

A obesidade é avaliada pelo Índice de Massa Corporal (IMC). O IMC é um método barato, não invasivo, de simples utilização e constitui uma boa medida para avaliar o excesso de peso e a obesidade.

IMC = Peso (Kg) / Altura2 (m)

A OMS considera que existe excesso de peso quando o IMC é igual ou superior a 25 e que há obesidade quando o IMC é igual ou superior a 30. IMC > 18 < 25 = Normal; IMC > 25 < 30 = Excesso de Peso; IMC > 30 < 35 = Obesidade moderada (grau I); IMC > 35 < 40 = Obesidade grave (grau II); IMC > 40 = Obesidade mórbida (grau III) Outro método para avaliar a obesidade é a circunferência abdominal, que faz referência à gordura intra-abdómen. É calculada através da razão cintura/anca e tem importância relevante na avaliação um tipo de obesidade, como seja a obesidade andróide e consequentes consequências (OMS, 2004).

Os valores de referência do perímetro da cintura, comummente utilizados para a avaliação do risco de doenças são os seguintes: Sexo masculino – Risco elevado: 94-102 cm; Alto risco: >102 cm; Sexo feminino – Risco elevado: 80-88 cm; Alto risco: >88 cm.

É uma doença crónica, com grande prevalência em países desenvolvidos, atinge ambos os sexos de todas as etnias e de todas as idades, diminui a qualidade de vida e tem taxas de morbilidade e mortalidade elevadas. Existem, então, dois tipos de obesidade: a obesidade andróide e a ginóide.

A obesidade andróide ou abdominal/visceral acontece quando a gordura se acumula na metade superior do corpo, mais especificamente no abdómen. É característica do homem obeso. Este tipo de obesidade está ligado a complicações metabólicas como a diabetes tipo 2 e a dislipidémia assim como a doenças cardiovasculares (hipertensão arterial, doença coronária, doença vascular cerebral) e ainda à disfunção endotelial, que é a deterioração do revestimento interior dos vasos sanguíneos. A associação da obesidade a estas doenças está dependente da gordura intra-abdominal e não da gordura total do corpo. A obesidade ginóide acontece quando a gordura se distribui, especialmente, ma metade inferior do corpo. Acumula-se, principalmente, na região dos glúteos e coxas. É característica da mulher obesa.

O excesso de gordura é o resultado de vários balanços energéticos positivos, ou seja, o total de energia ingerida é superior ao total de energia dispendida. Os factores coadjuvantes deste desequilíbrio são vários e complexos, podendo ter origem metabólica, genética, ambiental, familiar, social, comportamental, entre outros. São factores de risco a vida sedentária (falta de exercício físico, muitas horas sentado), falta de informação das pessoas, factores genéticos, gravidez, menopausa e regime alimentar incorrecto.

Como já foi referido anteriormente a obesidade pode ter consequências nefastas para a saúde, e afecta todos os órgãos do nosso corpo. Seguidamente descrevem-se algumas dessas consequências: hipertensão arterial, arteriosclerose, insuficiência cardíaca congestiva, angina de peito, alteração da tolerância à glicose, diabetes, gota, dificuldade respiratória, cansaço fácil, apneia de sono (ressonar), embolia pulmonar, cálculos na vesícula, cancro do intestino, infertilidade, amenorreia na mulher (ausência anormal de menstruação), incontinência urinária de esforço, cancro do endométrio, da mama, da próstata, artroses, propensão a quedas e até dependência total de terceiros para realização de actividades de vida diária (em casos extremos).

Para além disso, a obesidade, ainda pode levar a alterações psicossociais e sócio-económicas como sejam a discriminação, o isolamento, a depressão e a baixa de auto-estima. Por tudo isto é de vital importância um regime alimentar cuidado e equilibrado, a prática de exercício físico regular e ter um estilo de vida saudável.

Obesidade infantil

A obesidade infantil é um dos problemas mais evidentes nas crianças dos dias de hoje e cujo tratamento é muito complicado devido à interferência que pode ter com o crescimento. Tem efeitos a longo prazo bastante severos, quer no estado de saúde psicológico, quer no estado de saúde físico. O número de crianças com excesso de peso tem vindo a aumentar, talvez devido a uma maior disponibilidade de comida pré-confeccionada, nomeadamente o fast-food.

Sopa com sal excessivo 29/07/2009

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As sopas estão salgadas demais. Um prato de sopa industrializada pode ter até a metade da dose diária de sódio recomendada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Uma pesquisa do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) com 42 sopas prontas, entre desidratadas, instantâneas e congeladas, de 18 marcas, mostra que quase 20% delas têm sal em excesso.

Segundo a Anvisa, um adulto deve consumir até 2.400 mg de sódio por dia, o que equivale a seis gramas de sal. A Agência propõe, em consulta pública, que alimentos que contêm mais de 400 mg de sódio a cada 100 g ou 100 ml sejam consumidos com moderação.

Das sopas testadas, oito estão acima desse limite: as desidratadas creme de cebola Jurema, creme de tomate com ervas finas Pão de Açúcar, sopa de cebola Maggi, creme de cebola Kitano e canjão de galinha com arroz e legumes Hikari; e as instantâneas carne Jurema, Missoshiru Tradicional Sakura e Express clássica de legumes com macarrão Qualimax. As três sopas com menores teores de sal são a instantânea de abóbora com queijo Taeq, a sopa pronta de cebola Taeq e a sopa pronta de mandioquinha Mambo.

A quantidade de sódio declarada nos 42 rótulos analisados varia de 8% a 51% da recomendação diária para adultos. Se na mesma refeição forem consumidos mais um pão francês e uma colher de queijo parmesão ralado, a ingestão de sódio sobe para 28% a 71% da recomendação diária.

O excesso de sódio no organismo pode levar à retenção de líquido, ao aumento da pressão arterial e ao agravamento da hipertensão. Para pessoas idosas, a ingestão deve ser mais controlada ainda, porque elas tendem a reter mais sódio e ficam mais sujeitas a desenvolver hipertensão.

Sinal vermelho

A pesquisadora do Idec que coordenou o estudo, Vera Barral Hiratani, sugere que as embalagens tragam símbolos nutricionais análogos às cores de semáforos de trânsito, para facilitar a leitura dos rótulos e indicar quais alimentos podem ser consumidos livremente e quais não.

Um símbolo verde indicaria produtos com baixos teores de sódio e também de calorias, gordura e açúcar; o amarelo estaria nos que têm níveis moderados, e vermelho serviria para alimentos com valores altos dessas substâncias.

Esse sistema é usado no Reino Unido por alguns fabricantes e supermercados que seguem as recomendações da Food Standards Agency, espécie de Anvisa local, que tem entre suas atribuições a regulamentação da rotulagem de alimentos.

Se esse critério fosse seguido aqui, as sopas deveriam receber a cor amarela, para indicar que o consumo deve ser moderado. Segundo a pesquisadora do Idec, os consumidores precisam aprender a ler os rótulos e também a exigir que os fabricantes facilitem essa leitura. “Algumas tabelas nutricionais ficam escondidas embaixo de costuras”, diz Vera.

Além do excesso de sal, a pesquisadora notou também que as sopas têm baixos valores de proteína, sendo pouco nutritivas, e contêm realçadores de sabor. “O marketing das sopas instantâneas, as “sopas de escritório”, indicam um consumo intermediário, entre as refeições. Mas esse tipo de sopa chega a ter 37% do sódio recomendado por dia”, afirma Vera.

Saiba como foi realizada a pesquisa

Os técnicos do Idec percorreram os supermercados da cidade de São Paulo entre abril e maio deste ano e selecionaram 42 sopas instantâneas de 18 marcas. Fizeram parte da amostragem os seguintes tipos de sopa instantânea: desidratada comum (preparada com água fria e cozimento por cinco minutos); desidratada instantânea (preparada com água quente, sem cozimento); pronta em sachê (basta aquecer) e pronta congelada (basta descongelar e aquecer). A análise da quantidade de sódio foi feita a partir dos rótulos de cada produto. Para as sopas desidratadas e prontas, foi considerada a porção de 250 ml, que equivale a um prato fundo. Já no caso das instantâneas, que são vendidas como opções de “lanche”, a porção adotada foi de 200 ml, ou uma xícara de chá.

O que dizem as empresas

A Brasfrigo, fabricante da sopa Jurema, diz que tem um projeto de redução de sódio para todas as suas linhas e que, até o final do ano, a meta é reformular 70% dos produtos com base nas recomendações da Organização Mundial de Saúde.

O Pão de Açúcar afirma que o teor de sódio de sua sopa está dentro dos limites estabelecidos pela legislação.

Dona da marca Maggi, a Nestlé informa que desde 2005 implementa medidas para reduzir o teor de sódio em seus produtos.

A Qualimax diz que sua sopa está de acordo com a legislação atual e contesta o fato de o produto ser comparado a outros de categorias diferentes no mercado.

A Hikari afirma que no fim de 2008 diminuiu a quantidade de sal nas sopas. A Sakura informa que acaba de reduzir 34 mg de sódio na fórmula da sopa e que, em breve, ela será substituída.

Responsável pela Kitano, a Yoki diz que pretende reduzir a quantidade de sódio. A Fugini diz que faz testes para trocar o sódio por outros condimentos que realcem o sabor.

Fonte: UOL

Obesidade e bactéria 06/08/2009

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Um estudo feito no Instituto Forsyth, em Boston, Estados Unidos, com participação brasileira, encontrou forte associação entre a ocorrência de obesidade e a bactéria Selenomonas noxia, encontrada na boca.

A pesquisa, publicada no Journal of Dental Research, foi desenvolvida por Max Goodson com a participação do professor Francisco Carlos Groppo, da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Para o estudo, foram selecionados 313 pacientes saudáveis do sexo feminino, que apresentavam sobrepeso ou obesidade de nível 1 (circunferência de cintura entre 80 e 88 centímetros). Os resultados, de acordo com Groppo, apontaram um grau elevado da presença do microrganismo em mais de 90% das mulheres.

– A bactéria foi encontrada em quantidade muito superior ao normal nas pessoas obesas, a tal ponto que seria possível identificar um indivíduo obeso simplesmente pela presença de certa concentração dessa bactéria em sua boca –, disse Groppo.

A contribuição de Groppo para o estudo começou durante seu pós-doutorado, realizado em Boston em 2002. Atualmente, o cientista recebe apoio por meio da modalidade Auxílio a Pesquisa – Regular, com o projeto Efeito da homeopatia e fitoterapia sobre parâmetros morfológicos em alveólo e glândulas salivares de ratos irradiados.

– Esse é o primeiro estudo que aponta uma bactéria da boca como tendo implicação na obesidade. Sabemos que várias outras doenças têm implicação direta com bactérias da boca –, explicou Groppo, que é pesquisador na área de Farmacologia, Anestesiologia e Terapêutica da FOP.

A bactéria Selenomonas noxia não depende de oxigênio para sobreviver e é frequentemente encontrada em pacientes com periodontite.

– Ela não surge do nada. Para se fixar, precisa de condições especiais, que envolvem uma sequência de eventos distintos –, explicou.

Apesar da descoberta, o pesquisador afirma que não é possível ainda tirar conclusões definitivas. – Não dá para saber se é a bactéria que causa a obesidade ou se a patologia é que provoca a alta concentração da bactéria –, disse.

Curiosamente, segundo ele, a Selenomonas noxia é do mesmo grupo de microrganismos que, no passado, foram encontrados no intestino e estavam relacionados com a obesidade. – Além disso, ela está associada também a abortos –, disse.

Segundo Groppo, o estudo poderá servir como indicador para caracterizar uma pessoa como obesa ou não. – Observando a concentração dessa bactéria, é possível diagnosticar se determinado indivíduo é obeso, tamanha a precisão na associação –, afirmou.

O estudo permite levantar algumas hipóteses. – Talvez o organismo dos obesos possa gerar nutrientes específicos para essa bactéria, fazendo com que ela se multiplique além do normal. Também é possível que a bactéria produza substâncias químicas na boca que, uma vez absorvidas, poderiam aumentar a sensação de fome –, disse.

O estudo continuará simultaneamente em Boston e em Piracicaba. – O professor Max Goodson vai estudar a evolução das bactérias nas crianças. E eu vou começar a fazer uma série de testes in vitro –, explicou.

Groppo alerta para a necessidade de cuidados com a saúde bucal. – É preciso frisar para a população em geral a necessidade de procurar atendimento odontológico. Esse estudo é mais uma mostra de que a saúde começa pela boca –, disse

Fonte: 

Hipertensão arterial 13/8/2009

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Suco de laranja: difícil achar alguém que não goste desta bebida que, além de ser rica em vitamina C, está associada à menor incidência de hipertensão arterial. Assim concluíram os autores de um estudo que avaliou a influência do suco de laranja sobre a pressão arterial e a composição corporal em homens.

O estudo foi feito com 141 homens, com idade média de 41 anos, que tiveram a pressão arterial, peso corporal, altura, índice de massa corporal (IMC) e a circunferência abdominal avaliados. A frequência e o consumo diário de alimentos e de suco de laranja foram obtidos por meio de um inquérito alimentar.

Os estudiosos verificaram correlação positiva da pressão arterial sistólica (máxima) e diastólica (mínima) com o IMC e correlação negativa com o consumo de suco de laranja. O consumo de suco foi associado positivamente à maior ingestão de vitamina C e negativamente à pressão arterial e IMC para homens adultos jovens (35 a 41 anos).

Na população geral foi observada tendência de aumento da pressão arterial com a idade, mas esse avanço foi menor nos indivíduos que consumiam suco de laranja.

De acordo com os autores, o consumo regular de suco de laranja elevou o aporte de vitamina C na dieta e foi associado à menor incidência de hipertensão arterial e obesidade em homens, sugerindo que o suco, ou seus componentes, auxiliam na prevenção da hipertensão arterial e na redução de sobrepeso e da obesidade.

Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/medicina/noticias/39606/estudiosos-relacionam-suco-de-laranja-a-prevencao-da-hipertensao-arterial

Diário de São Paulo 16/5/2011

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No Dia Internacional de Combate à doença, nesta terça-feira, A Sociedade Brasileira de Hipertensão reforça importância do diagnóstico correto, com avaliação da pressão arterial fora do consultório, complementando o diagnóstico de risco mais preciso. O diagnóstico é feito a partir da medida da pressão arterial e deve ser realizada em toda avaliação de saúde.
http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/05/75332-medicos+alertam+no+dia+da+hipertensao.html

Fonte: Diário de São Paulo

No Combate à Hipertensão

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Hoje é o Dia Internacional de Combate à Hipertensão. Com objetivo de alertar a população brasileira para o cuidado com a pressão alta, a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), incentiva a medição da pressão e promove nas redes sociais o tema para alerta da população, com um aplicativo no Facebook e um perfil no Twitter, o MenosPressao.
O aplicativo Menos Pressão (facebook.com/menospressao/ ) é uma brincadeira entre amigos, onde eles podem dar dicas de qualidade de vida uns aos outros de uma maneira sutil e lúdica. A ideia é mostrar que pressão em excesso não faz bem, e que atitudes como levar uma vida com menos stress, se alimentar bem, fazer exercícios, podem ajudar a “aliviar a pressão do dia-a-dia”. Os amigos vão dar conselhos de como incorporar isso na sua vida. Então, quem tiver um amigo que está sob “muita pressão”, pode enviar uma mensagem dizendo: “Ei, você precisa de “menos pressão”, que tal sair de férias? Que tal namorar mais? Andar de bicicleta no parque?”
A ideia não é dar conselhos em tom de recomendação médica, mas uma dica de amigo para amigo. E, claro, tudo isso está alinhado às alterações de hábitos saudáveis, que auxiliam na prevenção e tratamento da hipertensão.
Além da inserção no Facebook, a campanha da SBH também está no Twitter (www.twitter.com/menospressao) com dicas sobre atividades físicas, alimentação e atitudes para uma vida com menos pressão.
— A intenção é que a população se conscientize que a hipertensão é uma doença silenciosa e atinge cerca de 30% dos brasileiros em idade adulta — explica a presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão, Maria Claudia Irigoyen.
— As consequências podem ser evitadas, desde que os hipertensos conheçam a condição e mantenham-se em tratamento — finaliza.
Dados do Ministério da Saúde apontam que a doença atinge mais de 50% na terceira idade, está presente em 5% das crianças e adolescentes no Brasil, e é responsável por 40% dos infartos, 80% dos acidentes vascular cerebral (AVC) e 25% dos casos de insuficiência renal.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/jsc/19,6,3312686,Hoje-e-o-Dia-Internacional-de-Combate-a-hipertensao.html

Sociedade de Cardiologia 11/04

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A hipertensão, conhecida popularmente como “pressão alta”, atinge cerca de 30 milhões de brasileiros, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Segundo a entidade, o excesso de sal na alimentação é uma das causas do problema. O conselheiro da Sociedade Brasileira de Hipertensão, Décio Mion afirma que o brasileiro tem consumido mais que o dobro da quantidade de sal recomendada diariamente pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “O brasileiro consome diariamente uma média de 12 gramas (g) de sal nas refeições, quando o recomendado são apenas 5 gramas. É um alerta importante a esse excesso de consumo. O sal está relacionado ao desenvolvimento da hipertensão, e as pessoas com a doença podem ter complicações e aqueles que têm histórico na família se tornam mais vulneráveis”, ressalta. O médico enfatiza que o sal é usado como conservante em boa parte dos alimentos consumidos diariamente e que por isso é necessário verificar o teor de sal no rótulo de cada um desses produtos. De acordo com a SBC, um pacote de 100g de pão de queijo tem 773 miligramas (mg) de sódio, uma porção de 100g de macarrão instantâneo, 1,516 mg, e um pacote de batata chips industrializada (100g), 607 mg. O hipertenso deve ainda evitar alimentos ricos em gordura animal, comidas muito calóricas e bebidas alcoólicas. A SBC recomenda que ele dê preferência a alimentos frescos, verduras, pescados, aves, cereais, frutas, legumes e fibras, além de praticar exercícios físicos. A instituição recomenda ainda que a população procure aferir a pressão arterial pelo menos uma vez por ano, com exceção dos que têm histórico de hipertensão na família ou sedentarismo. No intuito de alertar a população sobre o teor de sal nos alimentos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), apresentará hoje (18) um estudo com 20 categorias de alimentos. Foram avaliados não só o teor de sódio, mas também a variação da quantidade de gordura saturada e açúcares entre uma marca e outra. A ideia é chamar a atenção do consumidor a essas variações e que tipo de implicações podem trazer à saúde.

Agência Brasil: http://agenciabrasil.ebc.com.br/saude;jsessionid=E8C4DEBDDF0FCB9DAA6717E67816D4F7?p_p_id=56&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1&p_p_col_count=1&_56_groupId=19523&_56_articleId=1104398

O Dia RJ: http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/html/2010/11/sociedade_brasileira_de_cardiologia_alerta_populacao_para_excesso_de_sal_nos_alimentos_125374.html

Zero Hora: http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/bem-estar/19,0,3113304,Sociedade-Brasileira-de-Cardiologia-alerta-para-excesso-de-sal-nos-alimentos.html

Correio Braziliense: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2010/11/18/interna_ciencia_saude,223736/sociedade-brasileira-de-cardiologia-alerta-para-excesso-de-sal-em-alimentos.shtml

O Estado do Paraná: http://www.bemparana.com.br/index.php?n=163518&t=medicos-alertam-populacao-para-excesso-de-sal-nos-alimentos

Canal Rural: http://www.canalrural.com.br/canalrural/jsp/default.jsp?uf=2&section=Canal%20Rural&id=3113296&action=noticias

MSN: http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=26398748

Folha de Pernambuco: http://www.folhape.com.br/index.php/noticias-geral/604043?task=view

Jornal do Comércio – PE: http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/saude/noticia/2010/11/18/sociedade-brasileira-de-cardiologia-alerta-populacao-para-excesso-de-sal-nos-alimentos-244991.php

Diário de Pernambuco: http://www.dpnet.com.br/nota.asp?materia=20101118123947

Folha do Fora – PE: http://www.folhadofora.com/outros-temas/saude/2557-sociedade-brasileira-de-cardiologia-alerta-populacao-para-excesso-de-sal-nos-alimentos

Olha Direto: http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?edt=34&id=142761

BOL: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2010/11/18/sociedade-de-cardiologia-alerta-populacao-para-excesso-de-sal-nos-alimentos.jhtm

GP 1: http://www.gp1.com.br/noticias/sociedade-de-cardiologia-alerta-populacao-para-excesso-de-sal-nos-alimentos-167083.html

No Mínuto: http://www.nominuto.com/noticias/brasil/sociedade-de-cardiologia-alerta-populacao-para-excesso-de-sal/64046/print/

Guia Digital: http://www.guiadigital.info/index.php?not=1&pesq_not=1&mostra=11138&ct=

Agregário: http://agregario.com/sociedade-brasileira-cardiologia-alerta-populacao-excesso-sal-alimentos

ESP Brasil: http://www.espbr.com/noticias/sociedade-cardiologia-alerta-populacao-para-excesso-sal

Portal de Caruaru: http://www.portaldecaruaru.com/conteudo/381/Sociedade%20Brasileira%20de%20Cardiologia%20alerta%20popula%C3%A7%C3%A3o%20para%20excesso%20de%20sal%20nos%20alimentos

Goiás Net: http://www.goiasnet.com/ultimas/ult_report.php?cod=463276

Direto 2: http://www.direito2.com.br/abr/2010/nov/18/sociedade-brasileira-de-cardiologia-alerta-populacao-para

TCA: http://www.tca.com.br/capa/noticias.php?id=42347

Aquidauana: http://aquinoticiaspe.blogspot.com/2010/11/sociedade-brasileira-de-cardiologia.html

Na boca do mundo: http://www.nabocadomundo.com/noticias/visualizar/35495/sociedade_brasileira_de_cardiologia_alerta_populacao_para_excesso_de_sal_nos_alimentos

Conjuntura on line: http://www.conjunturaonline.com.br/novo/0,0,00,1136-119586-SOCIEDADE+BRASILEIRA+DE+CARDIOLOGIA+ALERTA+PARA+CONSUMO+EXCESSIVO+DE+SAL.htm

Paraíba Já: http://www.paraibaja.com.br/?p=noticia_int&id=5334

Portal de Jacareí: http://www.jacarei.com.br/jacarei.com.br/saude/index.php?id=41447&cat=17

Portal de Cassilândia: http://www.cassilandia.news.com.br/view.htm?id=128714&ca_id=18

Portal da Camçari: http://www.camacarinoticias.com.br/leitura.php?id=97980

Informativo on line: http://www.informativo.com.br/w2w_portal/interna.php?EDA=619&NID=57233

Circuito Mato Grosso: http://www.circuitomt.com.br/home/materia/48955

Novo Jornal: http://www.novojornal.com/brasil/noticia/sbc-alerta-para-excesso-de-sal-nos-alimentos-18-11-2010.html

O Distrital: http://www.odistrital.com.br/materia/sociedade-alerta-sobre-excesso-de-sal-no-prato-do-brasileiro

Amazônia Notícia: http://am.noticianahora.com.br/noticias/imprimir_noticia.php?noticia=98388

Dourados News: http://www.douranews.com.br/saude/item/3148-sociedade-de-cardiologia-alerta-sobre-consumo-de-sal

Fonte: Agência Brasil